Academia das Letras

Apenas Ser – por Joyce Santos

Meu ideal seria ser

Ser o que e onde eu achar

Ser só para me encontrar

Esquecer que me ditaram

Que me apontaram

E mal disseram

Lembrar que me amaram

Me desejaram

E que me esperam

Um dia me encontrei por aí

Perguntei: Como vai, fez-se rir?

Ah! Quão simples, mas onerosa é essa pergunta

Brinquei, sorri, pulei e me diverti

E ao mesmo tempo falhei, sem admitir

Busquei propósitos onde não tinha

E sentimentos para fugir da razão

Conexões para falar que havia

Alguma coisa nesse meu coração

Enfim, encontrei algo que faz sentido

São as coisas simples

Aquelas que sempre tive comigo

Não quero perder por nada

Aquele a quem amo e me inspiro

Que me faz ter a certeza

Da razão pela qual existo.

 

Joyce Santos.

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